segunda-feira, 27 de maio de 2013





Que frustração, levo dois meses de volta de uma via de escalada e não a consigo encadear. Estou com um sério bloqueio mental.... que raiva!!

sábado, 11 de maio de 2013

Não só bóia como navega

Ontem dei a primeira voltinha no Boneca. Adorei, é fantástico!! A manobra é do mais tradicional, saímos a remos (o motor fora de bordo avariou, mas não faz falta nenhuma) e fora do clube náutico, como mandam as regras, içamos o pano com a sua gigantesca verga que tem aí uns 7 ou 8 metros. A vela é latina, tem um funcionamento muito simples e eficaz. Está a faltar o mastro da mezena, um pequeno mastro à popa com uma pequena vela que se chama mezena ou catita  que melhora a bolina. Vamos instalá-lo em breve e talvez  também um estai para facilitar os bordos e vencer as regatas ☺. Apesar do pouco vento, demos uns bons bordos ao largo e à bolina. Muito fixe o barquinho, sorriso nos lábios garantido. E o verão promete.






Ainda visitamos um velho amigo o Sr. Raul, o ex-dono do veleiro Estou pra ver. Agora anda de volta do Zé Mário, um gigante de madeira com 40 toneladas, absolutamente fantástico.








quinta-feira, 2 de maio de 2013

Fragas de São Simão


Um local bem simpático, lá para os lados de Figueiró dos Vinhos. Vale bem a visita para quem gosta de um mergulho e de umas boas trepas. Vias até 80m.








terça-feira, 23 de abril de 2013

O último setor - Alqueidão.

O melhor e mais enfurecido setor da zona, 20 metros de extraprumo. Ambiente terrorífico e projectos para muito, muito tempo...





Ver O último setor num mapa maior

domingo, 21 de abril de 2013

O Boneca

"O catraio é um pequeno bote geralmente conduzido por um só homem. Era frequente, as fragatas que outrora sulcavam as águas do rio Tejo, rebocarem um catraio, sem mastro e velame. Por associação, passou a designar-se por catraio a criança levada pela mão de um adulto."

Lotaria! melhor que ter um barco é ter um amigo com um barco. E que barco! 









Os mestres da Moita tristes por verem o Tejo perder uma embarcação típica. -Nunca o deixem morrer, diziam.  -Se não o conseguirem manter, tragam-no de volta.









Canoas e Catraios, Faluas já não há nenhuma!






O novo arrais a caminho do Sado. Para trás o antigo dono emocionado de ver o Boneca partir. 

O Boneca, varado, no seu novo estaleiro.

Copos para festejar.
Em breve estará novamente com velas pandas a navegar 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Setores do Pafarrão

Escalada desportiva na terra das laranjas, Pafarrão, Torres Novas. Ao lado das pegadas de dinossauro do Bairro, Ourém.






Ver Pafarrão num mapa maior

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Trilhos do Almourol

Na terça feira aterrei com o joelho em cima de uma pedra enquanto corria na serra. Passei o resto da semana apreensivo a ver o joelho a mudar de cor, vermelho, roxo, preto... Gelo e pomadinhas, a famosa técnica RICE "rest, ice, compress, elevation" ou qualquer coisa do género! No sábado de manhã, enchi-me de coragem e fui fazer um teste ao joelho, 10 km... a coisa aguentou-se. Estava desejoso que chegasse o domingo, trilhos. Pela tarde de sábado, fiz uma visita à falésia, atolamos um carro... dei um "pegue" num velho projecto e até não me saí nada mal e vim bastante motivado, de maneira que arranjei mais um assunto para entreter os pensamentos dos 42 km do dia seguinte. ..." eu a chapar o top de um 7c+..." os jornalistas todos à minha volta... os fotógrafos... as fãs a pedirem autógrafos ☺☺  



E lá chegou o domingo. Os atletas concentram-se no pavilhão do Entroncamento onde mais tarde terminaria a prova.  Somos todos transportados de autocarro para a partida na Aldeia do Mato, junto da albufeira de Castelo de Bode.




 O percurso segue por caminhos florestais ao longo da Albufeira.




Depois, passa por cima da Barragem e segue ao longo do Zêzere, alternando entre estradões e single traks no meio de vegetação densa.  Passamos por cima do Nabão que desagua no Zêzere, por uma ponte construída por militares de propósito para a corrida, a ponte é engraçada uma série de barcaças metálicas ligadas por cabos de aço e com um passadiço metálico a ligar as barcaças. O Nabão tem um aspeto muito poluído ao contrário do Zêzere. Constância aparece ao fundo do rio, vê-se o Tejo, passamos por baixo da caríssima A23 e fazemos uns quantos quilómetros de alcatrão; estragou um pouco a beleza do percurso mas de seguida vem a parte mais bonita e esquecemos o alcatrão. Trilhos intermináveis que alternam entre campos de rosmaninho e campos de estevas floridas, o Castelo de Almourol e o Tejo como fundo. Vila Nova da Barquinha e eucaliptal até ao Entroncamento....
 





Bela prova, boa organização, empeno moderado e tempo aceitável. ☻