segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Trilho dos Abutres 2014
Mais uma bela prova, (47km) que tem tanto de belo como de difícil. A zona da Lousã é de facto excelente para a prática do trail running. É a segunda vez que faço esta prova e voltei a gostar muito, o UTAX também é por aqui de maneira que há trilhos onde já passei três vezes, mas são muito bons e certamente voltarei a passar.
| Menos duas horas que o ano passado ☺ o primeiro fez 4:44 e o último 12:17 |
A próxima é o trail do Casteleijo (42Km)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
☺☺☺Seleccionado☺☺☺
CCC® (Courmayeur Champex Chamonix)
Course de pleine nature empruntant en grande partie le sentier international de Grande Randonnée du Tour du Mont-Blanc (GR TMB)
Epreuve de montagne, comportant de nombreux passages en altitude (>2500m), dans des conditions climatiques pouvant être très difficiles (nuit, vent, froid, pluie ou neige), nécessitant un très bon entraînement, un matériel adapté et une réelle capacité d’autonomie personnelle.
Epreuve de montagne, comportant de nombreux passages en altitude (>2500m), dans des conditions climatiques pouvant être très difficiles (nuit, vent, froid, pluie ou neige), nécessitant un très bon entraînement, un matériel adapté et une réelle capacité d’autonomie personnelle.
La CCC® est passée du statut de « petite soeur de l’UTMB® » à celui d’une course unique en son genre et parmi les plus prestigieuses au monde. Le départ au centre de Courmayeur est empreint d’une ambiance comme seuls les italiens en ont le secret, et c’est dans le même temps un moment rare d’émotion au son de la musique de Vangelis.
Les premiers kilomètres, sur un parcours original différent de celui de l’UTMB®, conduisent rapidement à plus de 2500 m d’altitude à l’un des plus exceptionnels panoramas que l’on puisse imaginer, face au Mont-Blanc et aux Grandes Jorasses. Le passage au Grand Col Ferret (2537m - photo) marque l’entrée de la course en Suisse, où l’on goûtera l’accueil incomparable des bénévoles de la Fouly, de Champex et de Trient. Déjà en France, mais si proche de la Suisse, profitez un instant de l’authenticité et du charme de Vallorcine, avant de découvrir, au terme d’une dernière et impitoyable montée, le vallon des Cheserys, un vrai coin de paradis avec une vue somptueuse sur le massif du Mont-Blanc. Il est alors temps de rejoindre, enfin, l’arche d’arrivée en plein coeur de Chamonix.
Ravitaillements : le principe de l'épreuve est la semi-autosuffisance. Une dizaine de points seront approvisionnés en boissons et/ou nourritures à consommer sur place.
Principales difficultés : Ascension de la Tête de la Tronche (2584m) puis Grand col Ferret (2537m) durant le premier tiers de la course. La seconde partie est marquée par les 3 rudes ascensions de Bovine, des Tseppes et de la Tête aux Vents.
Les longues descentes qui suivent chacun de ces montées sont tout aussi éprouvantes pour les articulations et les muscles.
Les longues descentes qui suivent chacun de ces montées sont tout aussi éprouvantes pour les articulations et les muscles.
Cette course est ouverte à 1900 coureurs au maximum.
Le départ sera donné au centre de Courmayeur, sur la Place Brocherel, le vendredi 29 août 2014 à 9:00.
La course sera ouverte sur 26 heures maximum et les barrières horaires seront calculées en conséquence.
Les horaires sont calculés de telle sorte que la CCC® et l'UTMB® ne se superposent jamais.
Le départ sera donné au centre de Courmayeur, sur la Place Brocherel, le vendredi 29 août 2014 à 9:00.
La course sera ouverte sur 26 heures maximum et les barrières horaires seront calculées en conséquence.
Les horaires sont calculés de telle sorte que la CCC® et l'UTMB® ne se superposent jamais.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
A encher o calendário para 2014
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Vão pr' a puta que os pariu!!!
A nova carta de desporto do Parque Natural da Peneda Gerês.
Decreto-Lei n.º 142/2008 - jurídico da conservação da natureza e da biodiversidade
"Artigo 43.º
Contra -ordenações em áreas protegidas
1 — Constitui contra -ordenação ambiental muito grave, punível nos termos da Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto, a prática dos seguintes actos e actividades quando previstos como proibidos ou interditos nos diplomas que criam ou reclassificam áreas protegidas, nos respectivos diplomas regulamentares ou nos regulamentos dos planos de ordenamento de áreas protegidas:
…/….
v) A prática de actividades desportivas não motorizadas, designadamente mergulho, alpinismo, escalada ou montanhismo, e de actividades turísticas susceptíveis de deteriorarem os valores naturais da área;
…/…
4 — Constitui contra -ordenação ambiental leve, punível nos termos da Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto, a prática dos seguintes actos e actividades proibidos ou interditos e a prática não autorizada dos seguintes actos e actividades condicionados, desde que previstos como tal nos diplomas
que criam ou reclassificam áreas protegidas, nos respectivos diplomas regulamentares ou nos regulamentos dos planos de ordenamento de áreas protegidas:
…/…
d) A prática de campismo ou caravanismo, bem como qualquer forma de pernoita;"
Lei nº 50/2006 - Aprova a lei quadro das contra-ordenações ambientais
"Artigo 22 Montantes das coimas
…/…
2—Às contra-ordenações leves correspondem as seguintes coimas:
a) Se praticadas por pessoas singulares, de €500 a €2500 em caso de negligência e de €1500 a €5000
em caso de dolo;
b) Se praticadas por pessoas colectivas, de €9000 a €13 000 em caso de negligência e de €16 000 a € 22 500 em caso de dolo.
3—Às contra-ordenações graves correspondem as seguintes coimas:
a) Se praticadas por pessoas singulares, de €12 500 a €16 000 em caso de negligência e de €17 500 a
€22 500 em caso de dolo;
b) Se praticadas por pessoas colectivas, de €25 000 a €34 000 em caso de negligência e de €42 000 a
€ 48 000 em caso de dolo.
4—Às contra-ordenações muito graves correspondem as seguintes coimas:
a) Se praticadas por pessoas singulares, de €25 000 a €30 000 em caso de negligência e de €32 000 a
€37 500 em caso de dolo;
b) Se praticadas por pessoas colectivas, de €60 000 a €70 000 em caso de negligência e de €500 000 a €2 500 000 em caso de dolo.
…"
Retirado de montanhaescaladacom
Decreto-Lei n.º 142/2008 - jurídico da conservação da natureza e da biodiversidade
"Artigo 43.º
Contra -ordenações em áreas protegidas
1 — Constitui contra -ordenação ambiental muito grave, punível nos termos da Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto, a prática dos seguintes actos e actividades quando previstos como proibidos ou interditos nos diplomas que criam ou reclassificam áreas protegidas, nos respectivos diplomas regulamentares ou nos regulamentos dos planos de ordenamento de áreas protegidas:
…/….
v) A prática de actividades desportivas não motorizadas, designadamente mergulho, alpinismo, escalada ou montanhismo, e de actividades turísticas susceptíveis de deteriorarem os valores naturais da área;
…/…
4 — Constitui contra -ordenação ambiental leve, punível nos termos da Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto, a prática dos seguintes actos e actividades proibidos ou interditos e a prática não autorizada dos seguintes actos e actividades condicionados, desde que previstos como tal nos diplomas
que criam ou reclassificam áreas protegidas, nos respectivos diplomas regulamentares ou nos regulamentos dos planos de ordenamento de áreas protegidas:
…/…
d) A prática de campismo ou caravanismo, bem como qualquer forma de pernoita;"
Lei nº 50/2006 - Aprova a lei quadro das contra-ordenações ambientais
"Artigo 22 Montantes das coimas
…/…
2—Às contra-ordenações leves correspondem as seguintes coimas:
a) Se praticadas por pessoas singulares, de €500 a €2500 em caso de negligência e de €1500 a €5000
em caso de dolo;
b) Se praticadas por pessoas colectivas, de €9000 a €13 000 em caso de negligência e de €16 000 a € 22 500 em caso de dolo.
3—Às contra-ordenações graves correspondem as seguintes coimas:
a) Se praticadas por pessoas singulares, de €12 500 a €16 000 em caso de negligência e de €17 500 a
€22 500 em caso de dolo;
b) Se praticadas por pessoas colectivas, de €25 000 a €34 000 em caso de negligência e de €42 000 a
€ 48 000 em caso de dolo.
4—Às contra-ordenações muito graves correspondem as seguintes coimas:
a) Se praticadas por pessoas singulares, de €25 000 a €30 000 em caso de negligência e de €32 000 a
€37 500 em caso de dolo;
b) Se praticadas por pessoas colectivas, de €60 000 a €70 000 em caso de negligência e de €500 000 a €2 500 000 em caso de dolo.
…"
Retirado de montanhaescaladacom
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Outono com cheirinho a inverno
A Serra da Estrela já tem uns salpicos de neve. A paisagem fica linda.
As actividades ganham redobrado interesse, embora estas não sejam as melhores condições para escalar, satisfazem o apetite de aventura e fazem-nos sonhar com outras paragens, mais alpinas.
Pés molhados, mãos frias e coração quente. Vontade de voltar e umas belas imagens ☺
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
The Rock
A semana passada estive em La Linea de la Concencion. Uma cidadezinha andaluza sem grande interesse fora da época balnear. Tirando uns bares de tapas, resume-se a zonas industriais, bairros de casas baixinhas de pescadores de atum, traficantes de haxixe e operários da gigante refinaria da Cepsa, ali ao lado. Em qualquer rua desta cidade os olhos fogem sempre para o mesmo sítio, The Rock, o imponente e majestoso rochedo de Gibraltar. É impossível ficar indiferente ao calhau de calcário branco que domina o estreito. Um dos pilares de Hércules. Do seu topo avistam-se dois continentes, três países e dois oceanos.
Nu de vegetação com forma piramidal, cai para o lado de África, a sul, de forma abrupta e vertical por 400m de altura, e para o lado de Algeciras, a norte, de forma mais suave e cheio de vegetação.
Os primeiros pensamentos que assolam um escalador são mais que óbvios, quero escalar aquilo, mas das pessoas com quem falei nenhuma mostrou interesse na escalada, que era proibido, que a rocha estava decomposta e era necessário uma autorização especial, parece-me que tudo isso é verdade, o que até me faz aumentar a minha vontade, mas isso será para uma próxima, de qualquer forma, não era esse o intuito da minha passagem por aqui.
Os segundos pensamentos que assolam um viajante são também óbvios: ali é outro país, ali está uma fronteira, ali já não é Andaluzia, ali são terras de sua majestade.
![]() |
| A ultima fronteira na Europa. |
Há uns bons anos atrás já lá tinha ido, fui lá comprar resina epox para reparar um barco, quando por aqui andei embarcado. Lembro-me de estar a passar a fronteira e ver montes de gente a passar as redes de arame farpado com grandes sacos de plástico preto. Era tabaco, custa metade do preço do lado de lá. Ainda assim é. Embora desta vez não tenha visto ninguém a passar a rede, vi uma moça a esconder volumes de tabaco dentro do carro. Os combustíveis são também mais baratos. Os preços são marcados em libras e em euros e o euro circula tal e qual como lá fora, da última vez lembro-me que paguei em pesetas e recebi o troco em libras...
Pois ali do outro lado moram 30 mil almas, segundo consta há 65 mil empresas sediadas!!! um paraíso fiscal, certamente.
O território não chega a ter 7 km², consta que compram pedra no Algarve e vão aterrando o mar para alargar a cidade e desta forma roubar mar à Espanha. A relação sempre foi muito tensa entre os dois países. O território foi cedido à coroa britânica em 1713 como parte do pagamento da guerra da sucessão espanhola
"… a total propriedade da cidade e castelo de Gibraltar, junto com o porto, fortificações e fortes … para sempre, sem qualquer exceção ou impedimento." Ainda assim os espanhóis reclamam o território.... acho que não podem falar muito porque ali ao lado estão de pedra e cal em Ceuta e Melilla.
Também o futebol tem dado que falar ultimamente, a selecção de Gibraltar foi recentemente admitida na UEFA como membro de pleno direito (com uma forte oposição da real federação espanhola de futebol) a questão é que o seu pequeno e único estádio, que recebe em média 4 jogos por fim de semana, só tem capacidade para 2500 espectadores, muito aquém do definido pela UEFA. A solução provisória que encontraram foi adoptar o estádio do Algarve como estádio nacional, pelo menos até construírem novo estádio que esperam estar pronto em dois anos. 'Tá claro que os espanhóis não estiveram dispostos a emprestar um estádio. Assim, vão utilizar o do Algarve que estava às moscas e podem trazer todos os habitantes do território que não enchem o estádio. (Somos mesmo uma grande nação futebolística).
Quando se passa a fronteira, a única estrada atravessa a pista do aeroporto a meio, assim que, sempre que aterra ou descola um avião, a cidade é encerrada.
O trânsito é um bocado para o caótico, muitos carros e pouco espaço, estacionar é muito difícil, parece que todos os lugares têm dono e os carros são geralmente bastante amolgados ,fruto das passagens estreitas frequentes.
Estava concentrado no ponto de embraiagem, parado numa subida, obras ao meu lado e carros mal estacionados, as mães recolhiam os filhos que vinham da escola, com uniformes de escola. Uma senhora pára no meio da estrada e fala aos berros com uma amiga do outro lado no passeio, combinavam um chá. Ao meu lado uma tia tenta fazer marcha atrás com o seu carro e no meio da confusão solta um estridente fucking hell... e tudo rapidamente se organiza e volta ao seu ritmo de cidade.
Judeus e Mouros aqui vivem pacificamente e em 2009 até um ministro espanhol cá veio, e eu que também já cá vim duas vezes. E pronto não me ocorre mais nada para dizer sobre Gibraltar.
Judeus e Mouros aqui vivem pacificamente e em 2009 até um ministro espanhol cá veio, e eu que também já cá vim duas vezes. E pronto não me ocorre mais nada para dizer sobre Gibraltar.
| Também há bocadillos, mas fish & chips é mais autêntico. |
| A rocha continua lá, é só atravessar a estrada. |
Ah, também há por lá macacos, os Barbary macaques. Infelizmente não vi nenhum. São os únicos macacos que vivem em estado selvagem na Europa e esta espécie só existe em mais algumas zonas restritas do Atlas Marroquino. Diz-se que enquanto os macacos viverem em Gibraltar este continuará sob o domínio britânico. Durante a II guerra mundial Churchill, com medo de uma possível invasão, mandou trazer várias dezenas de macacos de Marrocos para assegurar a soberania britânica.
| Passam 85000 navios por ano no estreito de Gibraltar. |
| Marrocos por trás da neblina. |
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